segunda-feira agosto 16, 2010 11:40

A empresa que não for encontrada na internet não existe

Hoje em dia, você compraria um carro sem consultar a internet? E um apartamento? Um instrumento musical? Enfim, qualquer coisa. Se você respondeu que sim, talvez você esteja perdendo a chance de fazer um negócio ainda melhor.

As ofertas na web vão de automóveis a medicamentos, de roupas de grife a descontos em bares, passando pelos leilões de arte, filmes, flores, quer dizer, tudo. Isso mesmo. Podemos encontrar praticamente tudo na internet. São milhares de lojas vendendo uma infinidade de produtos. É um shopping gigantesco, com o que você imaginar.

Porém, como fazer para localizar o que se deseja? E como ter certeza de que estamos fazendo realmente um bom negócio? As ferramentas de busca estão aí para isso. Seja por meio do grande campeão de audiência, o Google, ou pelo Yahoo!, ou utilizando buscadores de preços como Buscapé e Mercado Livre – entre muitas outras opções -, o importante mesmo para o consumidor é pesquisar antes, e a web oferece vantagens significativas, pois acelera essa procura. Sem esquecer dos clubes de compras, sites privativos para sócios, clubes de descontos, entre outros.

Cerca de 88% das pessoas que adquirem quaisquer produtos pesquisam na web antes de realizar suas compras. Dos que adquirem imóveis, por exemplo, são mais de 90%, pois isso facilita a seleção prévia daqueles que serão visitados, de acordo com faixa de preço, localização, tamanho e todas as especificações que o interessado buscar.

O varejo on-line no Brasil tende a realizar mais de R$ 24 bilhões em 2010, se forem somadas as transações de bens de consumo, automóveis e turismo, sendo esse último um dos setores que mais cresce, pois cerca de 90% das passagens aéreas são compradas pela web.

Com tudo isso, torna-se imprescindível conhecer as metodologias para se fazer presente e ser encontrado nessas ferramentas de busca. As empresas não podem mais se dar ao luxo de depender apenas da sua comunicação tradicional, ou de e-mail marketing, por exemplo. Devem investir na inteligência necessária para serem localizadas, pois, como costumamos dizer, o melhor não é ir atrás dos clientes, e sim, ser encontrado por ele.

Deve-se procurar conhecer, profundamente, os mecanismos utilizados por esses sites. Assim, o seu negócio aparecerá com destaque e credibilidade para aqueles que desejam o seu produto ou serviço. Entre diversos aspectos, destaca-se a importância de se ter um site com conteúdo relevante desenvolvido com foco no seu público-alvo, ter um site ou blog desenvolvido dentro de padrões que permitem a identificação pelos buscadores das palavras-chave que você definir, links para outros sites importantes, bem como tê-los também em outros sites, remetendo para o seu e demonstrando a importância que ele tem.

Enfim, não se esgotam aqui as sugestões. Muito pelo contrário: isso é só o mínimo que você deve se preocupar em fazer, se ainda não fez. Se for o caso, lembre-se somente de uma coisa: “A empresa que não for encontrada, simplesmente não existe!”

Fonte: Pequenas Empresas e Grandes Negócios

quinta-feira julho 22, 2010 11:43

Lançamento – Abrigo Animal

Lançamos o novo website do Abrigo Animal de Joinville.
A instituição, sem fins lucrativos, foi estabelecida em 2001 com o objetivo de proteger animais domésticos abandonados e maltratados, providenciar atendimento veterinário, castração, vacinação e procurar novos lares para estes animais, além de promover a conscientização da população.
Atualmente a ONG abriga cerca de 1000 cachorros e 300 gatos em espaço físico limitado e é mantida através de doações dos voluntários, doações espontâneas da comunidade, da venda de seus produtos nas feiras e bazar, da promoção de rifas, bingos e outros.
A Atrative Comunicação acredita na iniciativa do Abrigo. Você também pode ajudar a manter esse trabalho social adotando um animal, participando das feiras, ou ainda realizando doações.
Conheça os focinhos carentes do abrigo através do endereço
www.abrigoanimal.org.br
IMAGEM
O website foi desenvolvido com  tecnologias  em XHTML/CSS, utilizando recursos de PHP + MYSQL, Java Script e também a  plataforma Wordpress ®. “

Lançamos o novo website do Abrigo Animal de Joinville.

A instituição, sem fins lucrativos, foi estabelecida em 2001 com o objetivo de proteger animais domésticos abandonados e maltratados, providenciar atendimento veterinário, castração, vacinação e procurar novos lares para estes animais, além de promover a conscientização da população.

Atualmente a ONG abriga cerca de 1000 cachorros e 300 gatos em espaço físico limitado e é mantida através de doações dos voluntários, doações espontâneas da comunidade, da venda de seus produtos nas feiras e bazar, da promoção de rifas, bingos e outros.

A Atrative Comunicação acredita na iniciativa do Abrigo. Você também pode ajudar a manter esse trabalho social adotando um animal, participando das feiras, ou ainda realizando doações.

Conheça os focinhos carentes do abrigo através do endereço

www.abrigoanimal.org.br

site-abrigo

O website foi desenvolvido com  tecnologias  em XHTML/CSS, utilizando recursos de PHP + MYSQL, Java Script e também a  plataforma Wordpress ®.

quarta-feira junho 23, 2010 16:39

E-commerce: muita audiência e pouca venda

Já conquistamos o ciberespaço? Onde está o desenvolvimento da nossa ainda adolescente internet comercial?

Onde estamos errando em nossas estratégias, em nossos projetos? Qual é o valor de termos 50, 100, 500 mil visitas por mês em nossos sites se não conseguimos transformá-las em vendas?

O tempo das métricas baseadas apenas em grandes audiências acabou.  O que importa é a efetividade dos projetos. Qual é a nossa real taxa de conversão?

Olhemos apenas para três vetores: mobilidade, redes sociais e vídeos. Todos interligados, aqui e agora. Em qualquer lugar. Mas a tecnologia é apenas ferramenta. Saber usá-la em favor dos nossos resultados comerciais é o grande desafio.

Antes de mais nada, para gerenciar algo é preciso medi-lo, já dizia Peter Drucker. Mas a realidade é bem diferente e vem comprometendo o sucesso de projetos web e, mais especificamente, de projetos de comércio eletrônico.

A verdade é que um grande número de empresas não utiliza nenhum sistema de web analytics para gerenciar o que acontece em seus sites.

A WA Consulting analisou mais de 300 empresas listadas no Anuário da Revista Exame Maiores e Melhores de 2008. Cerca de 50% delas não usavam nenhuma ferramenta de Web Analytics baseada em tags, pequenos códigos de programação inseridos nas páginas dos sites e que permitem acompanhar os eventos que ocorrem, incluindo as suas origens e, principalmente, se os usuários atingiram seus objetivos.

Para que o leitor entenda como formatar o projeto de uma loja online que consiga trazer resultados em vendas, permita-me uma abordagem mais técnica.

Para ser bem sucedido, ele deve ser concebido em três etapas: o site ou a interface propriamente dita, a estrutura de atendimento para suas conversões e contatos, conhecido como Back Office, e somente depois implementar as ações de mídia e divulgação para atrair tráfego.

E para conhecer o escopo da loja virtual é necessário fazer as perguntas certas e dominar as variáveis envolvidas.

Qual é a proposta de valor da empresa? Como a empresa está posicionada e se diferencia dos concorrentes? Quem são os compradores? Como e quando eles compram? Qual é o comportamento dos usuários?

Respondendo bem às perguntas acima, podemos então definir os objetivos que serão buscados com o projeto.

Parece óbvio, mas muitas vezes não está evidente, porque muitas conversões, como é o caso, por exemplo, das compras, são iniciadas na internet e são concluídas no ponto-de-venda ou começam em meios offline e terminam na internet. Temos que, pelo menos, tentar medir e conhecer estes processos e caminhos.

Depois de conhecer bem a realidade do projeto, passamos a listar os requisitos, as funcionalidades e conteúdos que usaremos para que os usuários se tornem clientes ou prospects e atinjam os objetivos desejados.

Feito isso, podemos transitar do intangível, planejado e pensado, para o tangível, o que começa com a arquitetura de informação, na qual definimos a estrutura de navegação, os elementos que estarão presentes, suas posições e pesos respectivos e a rotulação, nomes que daremos aos elementos presentes.

A fase seguinte é o desenvolvimento e programação, onde com o avanço da convergência é imperativo pensarmos em plataformas que sejam escaláveis e que possam ser levadas para outros meios.

Quando então definirmos os objetivos e os funis de conversão, guias que desenhamos para que os usuários possam alcançar seus objetivos, devemos pensar na estrutura de medição através de ferramentas de Web Analytics.

Terminado o desenvolvimento, instalamos e configuramos o software de medição. Depois vem a fase de testes, que deve ser ampla e detalhada.

Agora sim, nossa nave está pronta para explorar o ciberespaço. Mas temos que dividir nosso olhar entre o gato e o peixe.

Aperfeiçoamentos e manutenções são constantes e nunca podem ser esquecidos. Temos que conhecer os usuários detalhadamente e em profundidade. Só assim conseguiremos criar projetos centrados nos usuários.

Projetos com usabilidade. Mas apenas a usabilidade não resolve o problema. Temos que converter. Temos que persuadir. Usabilidade mais persuasão é igual à persuabilidade.

Este é o conceito que define o sucesso ou fracasso de um projeto de e-commerce. Sem seguir esta cartilha seu consumidor vai entrar na loja, circular, circular e ir embora com o carrinho vazio. E não é isso que você quer, é? [Webinsider]

De acordo com estudo do IDC, informação digital aumentou 62% em comparação a 2008, chegando a 800 bilhões de Gigabytes (0.8 Zettabytes). A IDC divulgou dados, a pedido da EMC Corporation, e um novo estudo intitulado “A Década do Universo Digital – Você está preparado?”.

De acordo com a instituição, em 2009, em meio à “Grande Recessão”, o volume de informação digital aumentou 62% em comparação a 2008, chegando a 800 bilhões de Gigabytes (0.8 Zettabytes). Um Zettabyte equivale a um trilhão de Gigabytes. Além disso, o relatório revela que o número de arquivos, imagens, registros e de outros modos de se armazenar informação digital crescerá 67 vezes, cada um tendo que ser gerenciado e protegido.Apesar deste crescimento, o número de profissionais de TI aumentará globalmente apenas 1,4 vez.

O efeito cumulativo está levando os CIOs a buscar novos níveis de agilidade, eficiência e controle ao migrar rapidamente para ambientes de computação em nuvem privada. Isto implica que o volume de informação digital criado anualmente crescerá 44 vezes desde 2009 até 2020. Neste, o percentual de informação digital com necessidade de proteção além dos níveis básicos passará de 30% para 50%.

“Eles estão descobrindo rapidamente que, para continuar no jogo, precisam transformar infraestruturas tradicionais em data centers de cloud privado que oferecem TI como serviço aos clientes internos e externos. A computação em nuvem privada os conduz até lá, prometendo às companhias e aos consumidores formas novas e cada vez mais automatizadas de gerenciar e proteger esta avalanche incessante de informação”, disse Joe Tucci, Chairman e CEO da EMC Corporation.

A IDC ainda informou que, com base na utilização de serviços de computação em nuvem pelas empresas, o aumento dos investimentos em TI alocados para inovação poderá gerar mais de US$ 1 trilhão de aumento de receita até 2014. “esta projeção aumentará à medida que a nuvem privada e outros modelos forem adotadas com maior intensidade”, concluíram.

Via